A CONCEPÇÃO DE INFÂNCIA E SEUS IMPACTOS NAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL
DOI:
https://doi.org/10.52078/2675-2573.rpe.63.2026.art.839Palavras-chave:
Cuidado, Educação Infantil, Infância, Práticas pedagógicasResumo
Este artigo, de natureza qualitativa e bibliográfica, discute como as concepções contemporâneas de infância influenciam a organização das práticas pedagógicas na Educação Infantil. A investigação baseou-se em documentos oficiais e em autores que tratam da criança como sujeito social, produtora de cultura e participante ativo do processo educativo. A metodologia consistiu em análise crítica de obras clássicas e atuais, articulando suas contribuições com os princípios da política nacional de Educação Infantil. Os resultados indicam que compreender a infância como etapa marcada pela autonomia, pela linguagem e pelas interações transforma o papel do professor, que deixa de atuar como transmissor para assumir uma postura de mediador sensível e observador. Observou-se que práticas alinhadas a essa concepção precisam articular cuidado, educação e brincadeira, valorizando os vínculos, a diversidade e as experiências culturais. O estudo aponta que a transformação da concepção de infância influencia diretamente a qualidade das práticas pedagógicas, demandando formação docente sólida, ambientes adequadamente organizados e a garantia dos direitos das crianças.
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