GARATUJAS E A CONSTRUÇÃO DO DESENHO INFANTIL COMO LINGUAGEM

Autores

  • Adriana Silva de Santana Barros

Palavras-chave:

Desenho Infantil, Expressão, Garatujas, Linguagem Gráfica

Resumo

Este artigo busca compreender o papel das garatujas no desenvolvimento gráfico e simbólico da criança, analisando como os primeiros traçados constituem uma linguagem própria que antecede e sustenta processos posteriores de representação e escrita. De natureza qualitativa e bibliográfica, a pesquisa fundamenta-se em autores como Edith Derdyk, Philippe Greig, Emilia Ferreiro, Rosa Iavelberg, Lev Vygotsky, Silva, Ferraz e Fusari, entre outros. A metodologia consistiu em levantamento, seleção e análise interpretativa de obras clássicas e contemporâneas sobre o grafismo infantil, estabelecendo confronto entre abordagens desenvolvimentistas e socioculturais. Os resultados evidenciam que as garatujas não são meros rabiscos, mas manifestações estruturadas da experiência sensorial, emocional, cultural e simbólica da criança. Conclui-se que a compreensão do desenho como linguagem amplia o olhar pedagógico e fundamenta práticas mais respeitosas e significativas na Educação Infantil.

Biografia do Autor

  • Adriana Silva de Santana Barros

    Graduada em Pedagogia pela Universidade Nove de Julho, UNINOVE; Pós-graduação em Psicopedagogia Clínica e Institucional pela Universidade Nove de Julho; Pós-graduação em Currículo e Prática Docente nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental e Linguagens, suas Tecnologias e o Mundo do Trabalho ambas pela Universidade Federal do Piauí; Professora de Educação Infantil e Ensino Fundamental na Prefeitura Municipal de São Paulo, SME, PMSP.

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Publicado

28.02.2026