A Educação como Ferramenta de Submissão e Não-Contestação
DOI:
https://doi.org/10.52078/2675-2573.rpe.58.2025.art.701Palavras-chave:
AutonomiaResumo
Este artigo analisa criticamente a educação formal como instrumento de controle social, utilizando uma abordagem interdisciplinar fundamentada em perspectivas anarquistas e sociológicas. Com base nas contribuições de Emma Goldman, Francisco Ferrer i Guàrdia, Ivan Illich, Pierre Bourdieu, Max Stirner, Mikhail Bakunin, Errico Malatesta, Voltairine de Cleyre, Peter Kropotkin, Élisée Reclus, bell hooks, e Silvio Gallo, argumenta-se que a educação, frequentemente celebrada como emancipatória, atua como mecanismo de reprodução das estruturas de dominação, moldando sujeitos conformados às normas sociais, políticas e econômicas. A escola, por meio de currículos padronizados, práticas disciplinares e hierarquias, reforça a obediência, suprimindo a contestação. Propõe-se uma educação libertária que priorize a autonomia, o pensamento crítico e a transformação social, alinhada aos princípios anarquistas de liberdade individual e coletiva.
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